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O gás natural é um combustível fóssil com origem muito semelhante à do petróleo bruto, ou seja, forma-se durante milhões de anos a partir dos sedimentos de animais e plantas. Tal como o petróleo, encontra-se em jazidas subterrâneas, de onde é extraído, e a principal diferença prende-se com a possibilidade de ser usado tal como é extraído na origem, sem necessidade de refinação.

O gás natural é constituído por pequenas moléculas de carbono e hidrogénio, e a sua combustão é mais limpa do que qualquer outro derivado do petróleo, originando apenas dióxido de carbono e uma quantidade de óxidos de azoto muito inferior à que resulta da combustão da gasolina ou do fuelóleo. 

Actualmente, Portugal recebe o gás natural proveniente da Argélia através de gasoduto e, junto às zonas de consumo, o gás natural passa dos gasodutos para as redes de distribuição. Estas redes de distribuição são instaladas normalmente por debaixo dos passeios ou das bermas das estradas sendo assim distribuída junto dos consumidores.

O carvão é uma rocha orgânica com propriedades combustíveis, constituída maioritariamente por carbono. A exploração de jazidas de carvão é feita em mais de 50 países, o que contribui para que este combustível seja também o mais barato.

O principal problema da utilização do carvão prende-se com os poluentes resultantes da sua combustão, pois a sua queima conduz à formação de cinzas, dióxido de carbono, dióxidos de enxofre e óxidos de azoto, em maiores quantidades do que os produzidos na combustão dos restantes combustíveis fósseis.

O petróleo é um óleo mineral, de cor escura e cheiro forte, constituído basicamente por hidrocarbonetos. A refinação do petróleo bruto consiste na sua separação em diversos componentes e permite obter os mais variados combustíveis e matérias-primas. Os primeiros produtos obtidos são os gases butano e o propano, que são separados e comercializados individualmente. No entanto, podem também ser misturados com o etano constituindo, assim, os gases de petróleo liquefeitos (GPL).

Um dos principais objectivos das refinarias é obter a maior quantidade possível de gasolina, que é fracção mais utilizada e mais rentável do petróleo. As refinarias têm vindo a desenvolver, cada vez mais, os processos de transformação das fracções mais pesadas do petróleo bruto em gasolina e gasóleo, uma vez que todos os transportes, a nível mundial, dependem da gasolina, do jet fuel (usado pelos aviões) e do gasóleo. Estima-se que, com o actual ritmo de consumo, as reservas planetárias de petróleo se esgotem nos próximos 30 ou 40 anos.

As fontes de energia não renováveis encontram-se na natureza em quantidades limitadas e extinguem-se com a sua utilização. São exemplos de fontes de energia não renováveis os combustíveis fósseis (carvão, petróleo bruto e gás natural) e o urânio, que é a matéria-prima necessária para obter a energia resultante dos processos de fissão ou fusão nuclear. Todas estas fontes de energia têm reservas finitas, dado que é necessário muito tempo para as repor, e a sua distribuição geográfica não é homogénea, ao contrário das fontes de energia renováveis, originadas graças ao fluxo contínuo de energia proveniente da natureza.

Um dos mais graves problemas ambientais resultante do uso massivo de fontes de energia não renováveis é o chamado aumento do efeito de estufa. As instalações que utilizam combustíveis fósseis não produzem apenas energia, mas também grandes quantidades de vapor de água e de dióxido de carbono (CO2), gás que é um dos principais responsáveis pelo efeito de estufa do planeta. Por outro lado, são ainda emitidos para a atmosfera outros gases nocivos como os óxidos de azoto (NOx), de enxofre (SO2) e os hidrocarbonetos (HC), que provocam uma série de modificações ambientais graves e cuja concentração na atmosfera causa a poluição das cidades, a formação de chuvas ácidas, de névoa (denominada smog fotoquímico), o aumento do efeito de estufa do planeta e concentrações elevadas de ozono troposférico.

 

I. Petróleo

II. Carvão

III. Gás Natural

IV. Energia Nuclear

As zonas costeiras portuguesas têm condições naturais muito favoráveis para o aproveitamento da energia das ondas. Numa central de aproveitamento da energia das ondas, tira-se partido do movimento oscilatório das ondas criando câmaras ou colunas em zonas costeiras.

Essas câmaras estão, parcialmente, cheias de água, e têm um canal aberto para o exterior por onde entra e sai ar. Quando a onda se aproxima, a água que está dentro da câmara sobe, empurrando o ar para fora, através do canal. Quando a onda desce, dá-se o movimento contrário. No canal de comunicação de entrada e saída do ar existe uma turbina que se move, consoante o movimento do ar na câmara. Tal como nos outros casos, a turbina está ligada ao gerador eléctrico, produzindo electricidade.
 
 
Outra forma de aproveitar a energia dos oceanos é tirando partido do movimento constante das marés. As centrais de aproveitamento da energia das marés funcionam de forma semelhante às barragens hidroeléctricas. De tal forma, que implicam a construção de grandes barragens, atravessando um rio ou um estuário. Quando a maré entra ou sai da foz do rio, a água passa através de túneis aberto na barragem. As turbinas, colocadas nesses túneis, movimentam-se consoante as idas e vindas das marés.
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